quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Ela abriu a porta com pressa.
Molhada da chuva, sacudiu os cabelos longos como uma cadela.
Largou o guarda-chuva aberto no chão da cozinha e começou a tirar as botas de couro negro.
Me gemeu algumas palavras...
Atirou as meias num canto, a calça na mesa da sala, e veio pulando para o sofá.
Pousou grudada em mim, seu corpo gelado e limpo de chuva.
Agora só vestia uma blusa, sutiã e calcinha rosa (minhas preferidas).
Tinha pressa, como disse antes.
Me beijou com gosto de sal.
Me lambeu os beiços com gosto de álcool.
Me mordeu!
Fiquei puto...e excitado.
Pulei do sofá, e sorri da sua cara de espanto.
Agarrei seus braços com força, mas sem machucar. Ela ficou de pé.
Levantei seu corpo e a carreguei pelo corredor até o quarto.
Atirei seu corpo macio no meio dos lençóis e cobertores vermelhos.
Arranquei sua calcinha como se fosse um mágico puxando a toalha de uma mesa com os talheres e pratos em cima.
Tinha fome.
Caí de boa naquela xoxota quente. Ela tinha um xeiro forte. Um xeiro de xota.
Um xeiro todo especial, que me transformava num homem das cavernas.
Lambi, lambi, lambi...como um gato com sede de leite.
Quanto mais chupava, mais ela gozava, e mais sua xoxota molhava minha boca, que ficava cheia de caldos e mais caldos dionisíacos.
Eu não pensava em mais nada.
Meu pau latejava, grosso, apontando como uma seta.
Ela estava totalmente relaxada, e já virava para o lado, procurando um cigarro.
Mas eu não ia esperar o segundo tempo.
Agora, eu tinha pressa!
Abri suas pernas ainda mais, e meti o pau até a metade.
Ela gemeu de prazer e susto.
Sua boceta estava escancarada, e eu me sentia num mar de prazer, numa mina de ouro.
Metia sem pressa, como se remasse um barco.
Forte, certo, contínuo, preciso.
Ela já estava nos céus, gritando e me arranhando as costas.
Eu mamava seus seios, seus bicos, duros, pulando pra fora.
Pequenas montanhas, que eu mamava, mordia, puxava, como um bebê faminto.
De repente, ela virou o corpo, me empurrou, e ficou de quatro.
Me chamou de cavalo, e me mandou comer a égua no cio.
Quando ela falou estas palavras, eu quase gozei.
Senti a porra chegando na cabeça do pau, mas consegui contrair os músculos certos, na hora certa.
Olhei para aquela gostosa, toda de quatro, só para mim, e tive uma visão...
Um cú piscava para mim, todo suado. E aquela bunda, aquela bundinha, nem sei como elogiar.
Meu pau, atraído pelo cheiro daquela puta safada, voltou para a caverna dos prazeres.
Meti sem piedade, perdendo qualquer noção de pudor, piedade ou razão.
Meti até meus braços doerem de tanto puxar seus quadris bossa nova.
Meti, meti, meti, até que ela fez o pedido...goza na minha boca...goza...
Parei de meter.
Esperei. Fechei os olhos.
Ela pulou para fora de mim, e chupou, chupou, chupou, e eu explodi, explodi, explodi numa catarse sem igual.
Quando olhei para seu rosto, ela brincava com meu saco, sentindo as bolas uma por uma, e tinha o rosto todo pintado como Pollock, e a boca cheia de esperma.
Sorria como uma criança, satisfeita e alimentada pelo soro caseiro.
Eu, puxei seu rosto e a beijei.
Ficamos ali por vários minutos, até que nossos corpos se deitaram juntos, como numa dança.
Os olhos se fecharam, os cobertores nos envolveram, e dormimos abraçados até o dia seguinte.
Graças a Deus, era sábado.

O INÍCIO DO VAGINA 2008

A VAGINA É LINDA,
MOLE,
SUCULENTA,
CHEIROSA OU NÃO,
PELUDA OU NÃO,
APERTADA OU NÃO,
A VAGINA É A VAGINA...
...VAGINA,
TE AMO!